domingo, 19 de junho de 2011

Será que somos tão diferentes assim?

Nos dias de hoje com a globalização (palavra que a minha ex-professora de geografia nunca mais me fez esquecer) convivemos com os mais variados tipos de pessoas, variados mesmo, afinal, hoje somos seis bilhões de negros, caucasianos, indígenas, orientais, pardos, mulatos, cafuzos, árabicos e mais um tanto de outras etnias (que eu sem dúvida devo ter esquecido alguma bastante importante), mas mais do que isso dividimos espaços (reais e virtuais).
Mas o que mais me intriga é: será que eu como negro sou tão diferente de qualquer caucasiano (branco, pra quem se perdeu ali em cima, ok?), ou eu como católico sou tão diferente de alguém ateu?
Tá certo, temos cada qual nossas convicções, histórias e heranças culturais mas será que realmente somos tão diferentes "na essência", quer dizer, quando morrermos vamos todos parar de respirar, nossos cérebros vão parar (e todas essas coisas comuns da morte), tudo bem, algum de nós será cremado, outro enterrado outro quem sabe até sepultado no mar, mas de qualquer forma todos deixaremos um dia de existir nesse plano terreno.
Ou será que todos os judeus dizimados pelo louco psicopata ditador Adolf Hitler, eram feitos de um material diferente que ele (madeira, aço, vidro, coisa assim)?
Ou será que os índios brasileiros mortos pelos colonizadores portugueses não respiravam oxigênio assim como eles europeus?
O que importa é, não tem sentido discriminar alguém porque ouve Restart, Racionais ou até Nirvana afinal, preferências à parte somos todos feitos de pele, ossos, músculos, terminações nervosas (e tantas outras coisas que um biólogo adoraria descrever) e mais importante, independente de credo, cor, opção, ideologia ou preferência somos todos parte da mesma raça: a raça humana!

4 comentários:

  1. Pois é, eu tenho a mínima qualidade de distinguir pessoas pelo seu caráter, eu disse CARÁTER. Portanto é obvio que Hitler(o único verdadeiro político) é mais importante do que uma massa da população.
    Isto é, na minha opnião, uuma pessoa é "mais alta" pelos seus estudos, esforços e habilidades.

    "Simples Assim"(Paulo Pereira)

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  2. Olha cara, Hitler não gostava de judeus, como eu não gosto de fãs de restart, ele foi um cara muito inteligente e importante para a sociedade de hoje em dia, por exemplo. O que se vê em vários casos. Assim como o Luiz, também distinguo pessoas pelo seu caráter, habilidades, estudos e esforço; ou seja, Hitler seria uma pessoa de escala máxima, não por ter matado, mas por ter construido, levantado, reerguido um país caído, a Alemanha.

    "Simples Assim" , como dizemos eu e o Luiz.

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  3. Eu considero as pessoas por um todo, não existe legado que não inclua as ações de alguém, Hitler foi sim um excelente comunicador, um alguém com uma enorme capacidade de convencer as pessoas, mas daí a considerá-lo um gênio já acho um tanto exagerado.
    Não se faz um país para uns poucos, não se trata aqui de se passar sempre por boa pessoa, se trata um pouco do direito de liberdade de cada um, eu detesto Restart, mas nem por isso odeio todos os seus fãs, você não pode ter sempre como certa a sua própria opinião, somos humanos e passivos de falhas, logo não podemos condenar todos por algumas convicções ou pensamentos.
    Afinal, se um fã de música colorida resolvesse acabar com todos os que pensam diferente dele?
    Para ele, ele estaria certo...

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  4. adoreeei o blog e estou seguindo!!


    qnd tiver um tempinho, de uma passadinha no meu?


    bjooos

    http://cabecafeminina.blogspot.com/

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