quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Natal sem presentes

Uma vez durante uma conversa, me perguntaram se eu dava presentes para meus pais nas datas comemorativas (aniversários, Natal, entre outras) e diante da minha negativa, fui de certa forma recriminado por não fazê-lo, por parecer uma atitude egoísta da minha parte, porém, ao menos para mim, essa é algo um tanto justificável.

Cabe, porém, ressaltar que em um ano financeiramente mais positivo, acabei dando presentes a eles, porque realmente achei que fosse interessante e pelo simples fato de que eu podia fazê-lo sem qualquer preocupação.

Até os meus 18 anos, eu tinha pouquíssimas preocupações 'consumistas', já que possuía um celular com uns 4 ou 5 anos de uso (e que me era muito além do suficiente), e também, porque por muito tempo pouco me preocupei com a minha aparência (e logo, com roupas e outros acessórios).

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

E o gigante? Tá ocupado comprando ingresso pra Copa...

Uma coisa que acredito que o brasileiro não consiga entender plenamente, talvez, seja a força do povo, o poder popular em comparação aos poderes de seus governantes.

Cabe ressaltar que eu não participei de nenhuma das passeatas que houveram durante o mês de junho, e nem me orgulho e tão pouco me lamento desse fato, pois acredito sim que seja necessário o engajamento, mas que "só caminhar não resolva nada".

E é esse tipo de pensamento que me fez diminuir de forma considerável a quantidade de postagens de teor político, é claro, mantenho ainda minhas opiniões, desenvolvi algumas teorias embasadas em novos fatos, porém, uma coisa que comecei a entender é que não é um tweet que vai mudar o mundo, não é uma postagem de um blog que vai transformar uma nação.

Lutar pelos direitos é algo absolutamente nobre, quando feito da maneira certa, quando não há a presença de certos "débeis mentais" que utilizam-se da luta alheia para gerar caos, confusão e depredação, tenho plena certeza de que as imagens de pessoas depredando patrimônios públicos e privados acabam manchando a imagem de um movimento social.

Porém, como eu disse, não é uma postagem que vai mudar o mundo, lógico que através do compartilhamento de ideias e associação de pensamentos afins, é possível traçar um plano de ação, porém, em muitos casos a luta social não passou de uma hashtag do Twitter ou de uma série de postagens do Instagram.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Foco no objetivo

O ano de 2013 foi bastante especial para mim, pois havia me proposto um desafio: fazer "jornada tripla", era algo que eu considerava bastante difícil, não pensava ser impossível, mas sabia que teria de me superar bastante, funcionaria assim: das 5:00 até as 13:20 eu trabalharia, das 13:30 às 17:30 faria um curso profissionalizante e das 19:00 até as 22:30 eu continuaria meu curso técnico.

Como eu disse: seria uma tarefa bastante difícil, principalmente pelos choques de horários que seriam inevitáveis, por exemplo: eu levava cerca de 15 a 20 minutos para ir de casa até o trabalho, sendo isso em condições de trânsito livre (ou seja, às 4:00 da manhã) e a volta, sempre transcorria em pelo menos 30 minutos, mesmo andando de moto - partindo do pressuposto que não gosto de cortar a frente dos carros, nem ultrapassar pelo meio fio ou calçadas e nem andar acima de 100 km/h em locais que não permitem tal velocidade.

Eis o dito boletim
A concepção do plano era ótima, bastaria um pouco de disciplina e tudo iria se resolver, porém, na prática, o resultado foi outro, trabalhei por três meses, sendo que à partir do segundo mês já estava frequentando as aulas do curso profissionalizante, desse modo, chegava em casa às 17:40 e já ia dormir, para poder garantir uma quantidade razoável de horas de sono, mas, o fato de não dormir durante a noite ou acordar cedo demais, acaba desencadeando crises de sono constantes, o que tornava inevitável que durante as aulas eu adormecesse, mesmo que por pouco tempo, o que - para mim - causava bastante mal estar para com os colegas e professores.
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