sábado, 24 de março de 2012

Descaso

Faz tempo que não ando pela minha cidade, entretanto, esses dias por 'questões de força maior' fui obrigado a atravessar uma parte do meu bairro e me assustei com o que vi, nada mais do que um matagal no meio do quarteirão.

Isso não seria nem um pouco estranho se esse matagal que estou falando não se tratasse da E.E.B. General Osvaldo Pinto da Veiga, que foi derrubada sob a promessa de uma reforma na sua estrutura [que por sinal já era bastante antiga] e, se não me engano, há cerca de dois anos não se vê um trabalhador realizando a obra.

terça-feira, 20 de março de 2012

♪ ...Assim você me mata... ♪

Conforme prometido, eis a continuação da postagem de domingo passado, falando um pouco sobre a questão da atual música brasileira:

Parece recalque, mas não é não, pois se existe uma coisa que eu não consigo entender é o por que de o povo brasileiro dar tanto valor a canções tão vazias de significado [e muitas vezes até de letra], ou vai dizer que existe alguma poesia em [...]Olha pra frente, pra frente, cintura, cabeça, tchubirabiron[...]? [aliás, o que raios quer dizer 'tchubirabiron'?]

Brincadeira à parte, não entendo essa história de [como diriam os italianos] 'tormentoni estivi', as famosas canções de verão, que não precisam de letra, basta ter um ritmo um pouco diferente ou dançante para 'pegar' na cabeça e na orelha das pessoas [ou vai dizer que você nunca se pegou cantarolando acidentalmente a frase [...]Bote a mão na cabeça que vai começar, o rebolation, tion, tion[...] ?]

domingo, 18 de março de 2012

♪ Delícia, delícia...♪

Acho engraçado o quanto eu brinco sobre ter vergonha de gostar de música italiana, lógico, falo em forma de brincadeira, não tenho realmente qualquer tipo de vergonha em dizer que prefiro mais algumas músicas italianas a algumas músicas brasileiras.
Mas acho ainda mais engraçado quando ouço pessoas me perguntar: "Por que tu não valoriza a cultura do teu país?" "Por que ouvir essas músicas que nem dá pra entender direito?" "Música italiana é só ópera e essas coisas chatas, por que tu ouve?", isso só pra citar algumas perguntas que eu já ouvi.

sexta-feira, 16 de março de 2012

"Ajudar não dói..."

Parafraseando desta vez o desenho animado Eek! The Cat - que de certa forma marcou bastante a minha infância - nele, Eek, um gato roxo que sempre tentava ajudar as pessoas e sempre acabava se metendo em problemas e tentava amenizar seus infortúnios com a frase que utilizei no título, mas a postagem em si não é uma homenagem ao Eek - mas bem que podia ser...[risos]

Pode parecer um pouco muito exagerado, mas em muitas vezes eu me sinto um pouco como o Eek, já que em muitas das vezes em que eu realmente tento ajudar as pessoas da maneira mais sincera e desinteressada possível acontece um 'efeito chicote' - se assim posso dizer - e todo o bem que eu tento fazer volta multiplicado para mim em forma de problemas.

É como eu disse, parece exagero, mas muitas vezes não é, há quem diga: "pensamentos positivos atraem coisas positivas", logo, ou essa frase não é verdadeira ou eu estou fazendo muito errado esse 'negócio de pensar positivo'...

terça-feira, 13 de março de 2012

Da solo

Não é a primeira vez que falo de solidão e acho que não será a última, mas acho um assunto interessante de se falar, afinal, quem é que em algum momento da vida nunca olhou pros lados e se sentiu um pouco abandonado?

É claro, sei que nunca estou sozinho, sempre vai ter alguém do meu lado, só que às vezes, ainda assim parece que o nosso mundo ainda está 'um pouco vazio' e mais que isso, parece que falta alguma coisa que você não sabe o que é.

Agradeço até hoje pelas pessoas que a vida colocou no meu caminho - agradeço em dobro pelas pessoas que ainda permanecem nele - mas ainda assim não consigo me sentir completo.

Não vou negar, afastei muitas pessoas da minha vida, algumas sem querer, outras por infantilmente acreditar que não faria muito bem a elas.

Mas acho que talvez seja somente isso mesmo, a sensação de ter afastado demais pessoas que eu ainda gostaria de ter por perto e que hoje me fazem muita falta...

domingo, 11 de março de 2012

Enquanto há vida, há esperança...

Parafraseando Cicero, gostaria de anunciar: "O Palco" não baixou suas cortinas ainda não, mesmo a última postagem do blog tendo sido há mais de um mês atrás...

O fato é que nesses útlimos meses não posso nem dizer que a minha vida deu voltas, ela praticamente virou várias e várias cambalhotas.

Nos últimos meses eu me empenhei em um projeto profissional - como muitos sabem - e que pra mim não foi tão engrandecedor quanto deveria ser e como em outras vezes, preferi 'abandonar o barco' de cabeça erguida ao invés de deixar 'tudo afundar'.

Mas, além disso, mais uma vez tentei abrir mão de algumas vaidades pessoais e abracei uma profissão que há tanto tempo já defendo - a de professor - coisa que em nenhum momento acreditei ser fácil e realmente não está sendo, pois estou sendo obrigado a rever assuntos que não via há quase dois anos, além de perder boa parte dos finais de semana e horas de folga para estudar e preparar aulas - coisa que eu não pretenderia fazer tão cedo.

Trabalho poucas horas, sim, porém essas poucas horas 'dissolvem' o meu dia de uma maneira que nem sei como explicar, pois como disse, atrás das horas de trabalho tem de haver horas e horas de aperfeiçoamento - ou revisão, no meu caso [risos].

O importante é que, 'aulas à parte', ainda não desisti de compartilhar esses fragmentos do meu mundo com quem tiver a paciência de lê-los...

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