sábado, 31 de dezembro de 2011

Faça o que eu digo...

Eu rio quando sou confrontado com questões como a que o meu pai me fez há pouco tempo atrás:

"Como eu que havia coordenado um grupo de jovens e era tão ligado à igreja, deixo de frequentá-la por um bom tempo?"

Mas não é tão difícil explicar, para ser mais lúdico: quem nunca esteve em uma empresa na qual não concordava totalmente com os rumos que ela tomava? Ou até mesmo com algumas decisões de seu chefe?

Comigo acontecia mais ou menos assim, só que eu não questionava o meu 'chefe' e sim aqueles que 'falavam em nome dele', cabe ressaltar que esse meu afastamento conicidiu com uma profunda 'crise de confiança na raça humana'.

Ainda acredito em muitas coisas que eu pregava, entretanto, existem alguns pontos divergentes entre o que eu dizia e o que eu pensava, e como já disse há algumas postagens atrás, sempre busquei agir com a maior honestidade possível, tanto com as outras pessoas quanto comigo mesmo e essa vida que eu levava não colaborava com isso.

Pense no dilema na cabeça de um jovem em dizer para um grupo fazer algo ou agir de uma maneira e em algumas vezes acreditar no completo oposto...

Fiquei triste em abandonar a vocação que recebi, entretanto, me senti pouco digno de estar 'realizando meu papel' e dizer que não fazia ou que não diria coisas que tenho como convicções pessoais.

"Você não pode ser refém da sua consciência"

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

L'unica eccezione

Dizer que não existe preconceito no Brasil é a mesma coisa que dizer que todos os políticos brasileiros são honestos...
Até porque todos temos nossas reservas sobre um ou outro 'tipo de pessoa' e mesmo eu, algumas vezes também sendo discriminado tenho minhas reservas a um 'tipo' de pessoas.

Pode parecer ridículo, mas desde que comecei a saber o que é o homossexualismo (quando passei a ouvir falar sobre ele 'de um modo adulto') comecei a considerar dois tipos de pessoas homossexuais (nesse caso, conceitos mais aplicáveis aos homens) os que considero "gays" e os que chamaria de "frescos".

É de fato, uma classificação bastante discriminatória, não nego, entretanto, acredito que se explicar melhor talvez até consiga fazer com que alguém entenda o meu lado ao pensar desse modo.

Para mim os "gays" são os homossexuais que mais respeito, pois vivem suas vidas normalmente, se relacionam, se apaixonam mas continuam sendo 'pessoas normais', ou seja, não tornam sua definição sexual algo digno de alarde.

Já os que considero "frescos" são aqueles que em tudo querem chamar atenção e que em muitas vezes quando lhes é negada a atenção que desejam colocam o fator preconceito como razão para tal, fazendo com que muitas vezes as pessoas [realmente] criem preconceitos tolos sobre todos os homossexuais.

Além do mais, os que considero como "gays" são capazes de manter relacionamentos de amizade com pessoas do mesmo sexo, mantendo sempre o respeito no tratamento.

Entretanto, os "frescos" são incapazes de tal, pois quando percebem que a pessoa do mesmo sexo os trata com respeito, logo passam a se insinuar para elas mesmo quando é claro que o interesse não é recíproco.

Eu poderia ficar horas elencando várias diferenças, mas acho que essas já são bastante significativas para ilustrar meu ponto de vista, como disse, sei que é uma atitude preconceituosa, mas mesmo tentando tratar a todos com respeito, algumas pessoas extrapolam e não fazem valer o respeito que recebem...

domingo, 25 de dezembro de 2011

$ó no Natal...

(Essa postagem não é recomendada para quem verdadeiramente esperou o Papai Noel na noite do dia 24...)

Primeiramente quero deixar bem claro que não sou contra o Natal, mas sou contra contra o simbolismo que ele adquiriu, aliás, "simbolismo" não, "materialismo", afinal, o que é o Natal hoje em dia a não ser troca de presentes?

Minha formação católica sempre me ensinou que no Natal comemorávamos o nascimento Daquele que veio para salvar o mundo, só que cada vez mais eu vejo que o principal homenageado no Natal, não é ninguém menos que o Papai Noel.

Ok, vão dizer que é implicância minha, ou até cisma e na realidade é mesmo, eu sinceramente não consigo aceitar que uma data com um significado tão importante para várias religiões e doutrinas seja suprimida pelo simples desejo consumista.

Hoje me assustei ao ver que o meu primo ao encontrar todo e qualquer parente perguntava: "Cadê o meu presente?", realmente parece algo bem engraçadinho no primeiro momento, mas me fez refletir sobre o que as pessoas realmente pensam do Natal, será que realmente o dia 25 de dezembro so se resume em comprar presentes?

Muitos cristãos precisam rever os seus conceitos o mais rápido possível...

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O sol existe para todos...

Essa postagem tem uma espécie de propaganda, que na verdade é como uma homenagem de um fã.

Sempre acreditei que o sucesso é algo que pode vir para todos, mas só permanecem com aqueles que sabem lidar com ele, pois como tudo na vida, tem seu lado bom e ruim.


Escrevo esse texto enquanto ouço Imagine (John Lennon) interpretado pela querida Ana Liberato* no Uniluz em Tubarão/SC.

Dizer que sou um admirador do talento dela seria algo muito fácil, já que há algum tempo não sou só eu a admirá-la, mas acho legal a sensação de saber que alguém  que conheço está mostrando seu trabalho e alcançando seus sonhos.

Feita a propaganda gratuita [risos]...

Ultimamente não é raro observar músicos/atores que aparecem de um momento para o outro e que subitamente somem da grande mídia, o que comprova minhas crenças: o sucesso pode vir para todos, porém nada substituirá o talento, quer dizer, é possível uma banda obter considerável sucesso em um ano e não conseguir se manter 'no topo' por não ter  talento ou mesmo capacidade de lidar com o sucesso.

Até porque o sucesso é algo muito relativo, você pode chegar ao topo de sua carreira e não conseguir alcançar suas realizações pessoais, como o caso da cantora Maysa que mesmo tendo o talento necessário para encantar multidões sobre os palcos não teve o mesmo 'desempenho' para gerir a sua vida.

É por essa premissa que eu sempre me questionei sobre a morte da banda Mamonas Assassinas, afinal, eles se tornaram mitos de uma geração após a morte, será que se ainda vivos conseguiriam mater e lidar com toda a fama que alcançaram?

Desde mais novo fui apaixonado por música, mas nunca considerei ter o talento necessário para obter sucesso, até porque canto para 'espantar meus fantasmas' e não para tentar obter dinheiro e reconhecimento por isso, claro, dinheiro é bom, mas infelizmente não é tudo, realmente acho que não viveria bem se seguisse esse caminho, até porque só vemos o lado bom 'dessa vida' e não os seus inconvenientes.

Quem tem talento e paixão pelo que faz, alcança o topo mais rápido, porque tem foco nos seus sonhos, logo, dribla melhor as dificuldades...

Termino essa postagem desejando toda a felicidade do mundo e muito sucesso à Ana Liberato, que ela consiga fazer do seu sonho a motivação que ela precisa para encarar as dificuldades da vida, pois sei que talento - sem dúvidas - ela tem.

*Links sobre a Ana Liberato:
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