quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Vale a pena?

(Sei que a notícia já tem mais de uma semana, mas como é ainda o 'prato principal' dos jornais de sensacionalismo resolvi também falar sobre o assunto.)


Ao ouvir, eu sinceramente, não acreditei, consederei um evento quase sobrenatural, é inconcebível que um garoto de 10 anos consiga ter acesso a uma arma e que tenha a frieza de atirar em uma professora e se matar logo em seguida, se isso já é algo inacreditável se realizado por um adulto, que se dirá por uma criança.

Não entendo como uma criança pode ter uma mente tão atormentada, até onde soube da notícia, um colega disse que em um primeiro momento, David Nogueira queria assustar a professora, entretanto, esse episódio terminou da maneira trágica que vimos.

Eu não sou pai ainda e sinceramente fico com medo de um dia sê-lo, apesar de saber que "não se cria os filhos para si e sim para o mundo", dá medo imaginar que seu filho ao ir para a escola pode ser vítima de algo tão brutal quanto a ira de um colega.

Particularmente, acredito que um dos maiores culpados (se não o principal) é o pai do garoto, Milton Nogueira, guarda municipal, que mantinha a arma (um revólver calibre 38) em casa (por ser uma arma pessoal e não da Guarda), que além de perder seu filho, ainda poderá ser condenado por homicídio culposo.


Não sou totalmente à favor do desarmamento, entretanto, são casos como esses que me fazem pensar: será que realmente vale a pena um cidadão ter uma arma em casa? Em casos de assalto, reagir não é a ação mais indicada, armado então...

Afinal, em uma época onde crianças de 10, 12 anos falam de sexo tal e qual doutores no assunto e onde cada vez mais são acometidos por 'doenças adultas', vale tanto assim a 'segurança' de ter uma arma em casa?

sábado, 24 de setembro de 2011

'Antiquado'

Quem me conhece ou melhor, quem me conheceu 'nos melhores dias' sabe que a minha 'linha de inspiração' é mais romântica do que crítica, embora aqui dentro d'O palco dos pensamentos essas 'veias' já se cruzaram algumas vezes.

Mas mais do que romântico sempre me considerei um tanto antiquado, pois (como acredito ter escrito várias vezes) acredito no poder de um buquê de rosas (sei que é um pouco cafona mas acho que ainda é um 'bom presente), mas não é só por isso que me acho 'antiquado', é simplesmente porque eu na maioria das vezes penso em me envolver com pessoas pelas quais eu sinta alguma coisa um pouco mais forte do que apenas 'vontade'.

E mais do que isso, eu tento pensar no 'bem-estar' de quem me interesso, quer dizer, se sinto que o sentimento por minha parte não é forte o suficiente, tento não fazer a pessoa perder tempo.

Sou antiquado porque acredito (infelizmente) que quando alguém fala de 'sentimentos', eles são reais e duram mais de uma semana, 'ficar' é uma coisa, envolver sentimentos já é outra completamente diferente.
Não digo 'eu te amo' por ficar sem nada pra dizer, só digo quando realmente sinto que é um sentimento mais verdadeiro e profundo.

Nem sei se um dia machuquei alguém, com meu modo de agir/pensar, sei que sem dúvida inúmeras vezes me machuquei 'em prol' de alguém que eu tenha gostado muito, por acreditar que a felicidade de tal pessoa não era estar ao meu lado.
Sei que dificilmente vou mudar e de certa forma não me lamento quanto a isso apesar de saber o quanto vou me sentir mal por agir assim, mas só peço que você que está lendo, não cometa os erros que eu insisto em cometer e que sob hipótese alguma, se aproveite dos sentimentos alheios.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Condições↑ natalidade↓

É uma informação extremamente antiga, mas é algo que até hoje me assusta: "quanto mais pobres as pessoas mais filhos elas têm".
Não consigo entender como isso é possível, sei que existem regiões praticamente incomunicáveis, entretanto tem algumas cidades do nordeste que apesar da pobreza tem acesso à informação (não disse 'educação digna' e sim informação mesmo).
Me assombro quando vejo aquelas incursões sensacionalistas dos jornais que vão entrevistar famílias 'miseráveis' que têm 10, 12, 15 filhos, pessoas que mal ganham para se sustentar (como casal que se dirá os filhos).
Isso é o que para mim parece incoerente ou pelo menos bastante estranho, lógico, essas pessoas vivem longe dos grandes centros, mas ainda assim em algumas cidades existe um acompanhamento de saúde que pode lhes prover informações sobre os contraceptivos além do que não é difícil pensar que se já é complicado sustentar umas 5 pessoas, 6 é mais difícil.
É algo que eu sinceramente não consigo entender nesse nosso país, será que a vida nesses locais é tão monótona que a melhor diversão é 'fazer filhos'? (Sei que é uma piada ridícula, mas é o que parece)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Quer pagar quanto?

Pegando um gancho da última postagem, gostaria de falar/escrever mais um pouco sobre o nosso 'maravilhoso' sistema eleitoral brasileiro.
Outra particularidade do nosso sistema eleitoral são as nossas belíssimas propagandas eleitorais gratuitas, onde candidatos utilizam alguns minutos da programação de nossas televisões para expor suas ideias de futuro e os planos de seu partido para a Nação, se fosse só isso (e se eles falassem alguma coisa coerente e/ou interessante além de promessas improváveis) não teria muito problema, entretanto não entendo por que 'eles' têm direito a exibir suas ideias 'de graça' no meio 'da minha programação'.

Ou algum dia algum lojista disse pra você: "Pode levar o que quiser da loja, sem pagar nada", pra mim não pelo menos.

Logo, o que dá o direito de um partido que reúne recursos um ano inteiro de seus associados exibir uma propaganda praticamente de graça (pra eles), por um acaso alguém recebe por mês uma hora de água ou eletricidade de graça?
Ou por acaso algum anunciante (idôneo) consegue a inserção de seus anúncios de maneira gratuita em todas as redes de comunicação?

É injusto, eu defendo a adoção do 'Horário Eleitoral Pago' afinal, se um partido não conseguir recolher e gerir recursos para inserir suas propagandas na rede aberta durante o chamado 'horário nobre' dificilmente ele terá condições de gerir as finanças de um Estado.

Ainda que me acusem de 'elitista' eu digo, é ridículo o número de partidos que temos, com a adoção do 'Horário Eleitoral Pago' pelo menos esses 'partidos nanicos' e bizarros que defendem causas dúbias seriam obrigados a desistir das eleições por falta de fundos.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Liberdade com restrições

Acho interessante as propagandas que fazem no período eleitoral no qual 'invocam' e alardeiam a nossa liberdade de escolher o futuro do nosso País entre outras coisas.
Entretanto, tem uma coisa que até hoje não entendi, como é que somos livres a exercer nossa cidadania se somos privados do nosso direito de nos abstermos de tal escolha?
Afinal, o voto no Brasil é obrigatório, o que faz com que de dois em dois anos em outubro milhares de pessoas perdem boa parte de um dia para serem forçados exercer a sua liberdade de escolha, o que eu, particularmente, acho ridículo, se as eleições servem como um modo do povo brasileiro exercer o seu direito de escolha, por que eu não tenho o direito de escolher 'ficar de fora' do 'maravilhoso processo da democracia'?
Sempre acreditei que a obrigatoriedade tira o prazer de qualquer coisa, logo, como eu vou ter orgulho em decidir o futuro do meu país se não tenho nem a possibilidade de escolher o que eu quero fazer no dia das eleições?
Eu só acreditaria que voto obrigatório daria certo se a população brasileira tivesse total consciência de que candidatos votar e não só acreditar em contos de fadas de que homens e mulheres humildes serão bons governantes mesmo sem ter uma plataforma de campanha decente ou colocar qualquer analfabeto no poder só por querer protestar, se quer protestar faz passeata e não elege qualquer 'palhaço' que se candidatar...

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Cálice

Copiando o título da música de 1978 do Chico Buarque e do Gilberto Gil, que se encaixa muito bem no assunto.


Ouvi semana passada uma notícia que dizia que a cúpula do Partido dos Trabalhadores (PT) estava estudando a possibilidade de implantar um 'marco regulatório de mídia' no Brasil, ou seja, o governo passaria a 'filtrar' as notícias que seriam divulgadas pelas mídias.

Curioso é que há uns 30 anos atrás nós já tivemos um 'irmão mais velho' desse marco regulatório de mídia que era carinhosamente chamado de censura.

Funcionava assim, o governo militar eliminava da mídia todo e qualquer conteúdo que ousasse falar mal ou questionar a autoridade do governo.

Agora eu pergunto: será que o partido que tanto disse ser à favor do povo e que traz o 'nome' dos trabalhadores está realmente pensando naqueles que representa (ou pelo menos deveria representar)?
Gostaria de lembrar que não sou favorável a nenhum partido, em compensação sou favorável à vida digna e plena do cidadão.

Mesmo que tal projeto não seja aprovado, o fato de sequer ser cogitado para votação já é algo bastante revoltante, não é possível que um grupo de pessoas que queira encobrir as 'falcatruas' dos seus, resolva tolher a liberdade do povo brasileiro de se expressar.

Afinal, esse pode ser apenas o começo de uma 'nova velha era' no Brasil, tempo esse no qual qualquer brasileiro que quiser exprimir suas opiniões e preocupações com o futuro do país poderá ser severamente punido.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Gli pirati

O título significa exatamente o que parece...

A internet está cada vez mais presente no nosso dia à dia e principalmente no nosso lazer, hoje em dia quase todo mundo pode jogar um jogo on-line ou procurar informações no Mr. Google, até mesmo antes de procurar uma informação em um livro se procura na internet.

Entretanto essa popularização da internet trouxe o grande vilão dos tempos atuais: a pirataria.

Eu mesmo, (que nenhum fiscal leia isso) possuo um sem número de jogos, softwares e música obtidos direto da internet e sei que muita gente que ler este texto também vai admitir que possui bastante conteúdo 'ilegal' em suas máquinas.
Mesmo que eu em muitos momentos prefira agir 'dentro das leis', neste quesito sequer tenho dúvidas de como proceder, mas pelo menos eu tenho algumas razões bastante fortes para optar pelo conteúdo 'ilegal'.

Tudo o que é vendido no Brasil é sobretaxado, boa parte dos produtos voltados à tecnologia ou ao lazer possui altos encargos, basta ver o preço de um CD que dificilmente custa menos de R$30,00, mesmo que alguém diga que eu sou muito muquirana, eu considero R$30,00 muito para um CD de 13 ou 14 faixas.
Logo alguém vai pensar: "existem os downloads legais de música" e eu respondo, sim, eles existem, entretanto cada um custa cerca de R$2,00 por faixa, peço que você abra a calculadora do seu sistema operacional (possivelmente 'pirata') e calcule quanto custariam 2069 faixas ao preço de R$2,00, porque esse é o número aproximado de músicas que eu tenho no meu computador, calculando isso é aproximadamente quase todo o dinheiro que eu ganhei no ano passado no estágio, isso sem contar os softwares que eu tenho na máquina.

Diz a lei brasileira que ninguém é obrigado a fornecer provas contra si mesmo, mas cá estou eu o fazendo, mas é porque eu acho estupidamente absurdo os preços que pagamos, enquanto aqui um jogo de computador custa cerca de R$120,00 lá fora custa o equivalente a uns R$30,00 ou R$40,00 aproximadamente.

Mas o que realmente me motivou a escrever todo esse texto é o fato de que eu adoro música italiana e só pude conhecer boa parte dos artistas que conheço graças a pirataria e graças a ela também é que me tornei tão fã deles, entretanto muitos deles não têm seus álbuns vendidos no Brasil e muitas lojas 'de fora' não exportam para o Brasil, para fazer um teste, procurei um álbum que continha dois CD's e um DVD que em uma loja italiana custa €27,99 (cerca de R$63,84 segundo o 'grande Google') e que na única loja no Brasil que eu encontrei custa R$167,04 (sem o frete), ou seja, mais de R$100,00 de diferença.

Agora pergunto, será que vale tanto a pena seguir esse tipo de lei?

Apesar de ser um tanto injusto com o artista, imagino que eles conseguem tirar um pouco dessa desvantagem nos shows (que sem dúvida compensam bastante).

É praticamente impossível ver vantagem em montar um computador 'original' com uma licença de sistema operacional custando cerca de R$240,00 e uma licença de programas de escritório custando cerca de R$150,00, fora os outros aplicativos necessários, ou seja, custa praticamente metade do preço dos componentes físicos do computador.

Acredito que mais ilegal do que o ato da pirataria virtual é o assalto que nossas excelentíssimas autoriadades fazem ao estipular o valor dos impostos.

"Enquanto nós tivermos de pagar o salário de um ministro ou deputado para comprar um CD, dificilmente vamos ver vantagem em fazer tudo 'da maneira legal'."

sábado, 10 de setembro de 2011

Liberdade x Libertinagem

É como eu disse, meus títulos estão ficando cada vez melhores [risos]

Como eu nunca canso de afirmar, muitas vezes as minhas ideias são mais antigas que eu mesmo, afinal, eu sou bastante contra 'o uso' da atual liberdade sexual/sentimental.
Não de uma maneira radical, acho interessante e bastante válido esse conceito de as pessoas serem livres para se relacionarem com quem quiserem, isso é fantástico, chega dos tempos em que as crianças eram obrigadas por seus pais a se casarem, isso é completamente inadimissível.
Entretanto, discordo do modo de vida que se leva hoje em dia, já que vivemos na lei do 'ninguém é de ninguém' (lógico que existem suas excessões e não são poucas por sinal) só acho um tanto degradante pessoas que vão pra festas para beijar 20, 30, 40 pessoas, não digo que não se possa sentir desejo por mais de uma pessoa ao mesmo tempo, afinal, os instintos humanos são bastante estranhos, mas 30, 40 num espaço de 5 ou 6 horas é um tanto exagerado, é como se diz: 'parece que acharam a boca no lixo'.

Beijar é bom, é ótimo, mas será que é necessário tudo isso?

Não vale mais a pena ir pra uma festa beber (sem tanto exagero), dançar, rever pessoas, conversar, passar um tempo fazer disso uma diversão 'saudável' se assim posso dizer.

Não sinto a mínima inveja dos rapazes que cometem esses exageros dizendo que é pra isso que as festas servem e acredito que muitas meninas não tenham muito orgulho quando também o fazem.

"É preciso entender do que mais do que apenas 'pedaços de carne', somos seres vivos providos de inteligência e consciência..."

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Cinema nacional

Como não tenho o hábito de dormir muito cedo (principalmente quando não tenho de acordar cedo) acabo assistindo as sessões de filmes da madrugada, logo, acabo assistindo muitos filmes brasileiros e cheguei a uma estranha conclusão:

"Praticamente não existe filme brasileiro que não tenha pobreza extrema (favela e criminalidade ou famílias 'miseráveis') ou que não tenha alguém (na maioria das vezes uma criança ou adolescente) falando palavrão."

Certo, falamos palavrão no nosso dia a dia, só que muitas vezes não é como nos filmes, estranhamente esses textos são escritos de forma que um palavrão quase sempre represente uma vírgula ou um ponto final, será isso falta de criatividade (ou excesso dela) nos textos?

Lógico, não quero dizer que os filmes sejam exemplos de língua portuguesa culta, só porque também acho um exagero o modo como são escritos tais textos, acredito ser bastante possível passar uma mensagem sem 'carregar' no uso dos palavrões.

É como eu disse usamos os palavrões na linguagem cotidiana só que isso (junto à pobreza) representada nos filmes serve só para passar uma 'excelente' imagem da nossa sociedade à audiência.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Independência ou liberdade

Não sei se todo mundo conhece a mesma versão da história da Independência do Brasil que eu conheço (vai que alguém conhece outra), mas enfim, a história que eu conheço prega que o Brasil para ser 'independente' de Portugal assumiria a dívida externa acumulada pelos lusitanos e (logicamente) se comprometeria a pagá-la.

Aí vem a dúvida, o país seria independente politicamente de Portugal, sendo regido pelo príncipe da Coroa portuguesa e dependente (por individamento) das grandes potências da época?

Por aí já se vê que desde 'o começo' o Brasil já tinha uma história confusa.

Eu até hoje não entendi o que comemoramos no dia de hoje, seria a nossa suposta liberdade das decisões políticas de Portugal (mesmo sendo comandados no início pelo príncipe da Coroa portuguesa) ou seria o fato de termos o direito de herdar a maravilhosa dívida de Portugal?

Eu sinceramente não me sinto nem um pouco independente, já que até hoje somos dependentes do great father USA que manda e desmanda muitas vezes dentro nosso próprio país, dependentes dos nossos políticos que nos aprisionam em leis absurdas que visam só o seu próprio bem-estar, ou seja, estamos livres do que?

Fora que comemoramos nossa independência com desfiles cívicos que obrigam nossas crianças e estudantes que mal sabem do que se trata tal desfile a caminhar sob o sol pelas avenidas de nossas cidades em troca de um ponto na média escolar, grande orgulho pela pátria que incutimos em nossas crianças, não é?

Entretanto se você se sente feliz por assumirmos as dívidas de Portugal ou por deixarmos de depender dos lusitanos para depender de 'bichos maiores':

Feliz dia da Independência!

sábado, 3 de setembro de 2011

Teoria da pipoca

Admito que ultimamente eu estou me superando nos títulos...
O fato é que foram realmente as pipocas que me inspiraram...

Desde muito tempo eu tinha vontade de usar aparelho dentário, porém não só porque achava bonito usar, minha razão mesmo sendo também estética era um pouco 'mais nobre' já que desde o final do primário eu já tinha boa parte dos dentes permanentes (o que acredito ser bastante normal), entretanto, eu tinha perdido dentes em 'posicionamentos estratégicos' que acabaram ano após ano prejudicando a aparência da minha arcada dentária, logo, com dentes bastante tortos eu tinha muita vergonha de sorrir, porém com o estágio veio o dinheiro e com o dinheiro veio o aparelho que hoje em dia ostento.
Deixando a minha ficha odontológica um pouco de lado, ao colocar o aparelho comecei a temer porque muitas pessoas que já usavam diziam que doia bastante e que além disso muitas vezes eram impedidos de comer alimentos mais duros sob pena de soltar alguma peça ou de intensificar mais ainda a dor.
O fato é que depois do aparelho eu descobri o incrível prazer de comer pipoca, chegando quase a me viciar e claro, além da pipoca, rapadura, cocada e boa parte dos alimentos 'danosos' ao aparelho.
Parece incrível, mas depois de colocar o aparelho, parece até que o gosto desses alimentos mudou e pra melhor, talvez até pelo 'sabor da proibição'.
Pode parecer um tanto idiota, mas diante desse fato praticamente sem importância eu acabei fazendo uma analogia com a vida e por mais estranho que pareça, a analogia (pelo menos pra mim) faz bastante sentido ou vai dizer que em vários momentos da sua vida uma ação 'proibida' não se tornou muito mais interessante justamente por possuir essa proibição?

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Abrir mão

Esse é aquele tipo de postagem em que eu abro a minha alma, escrevo um monte de simbolismos e poucas pessoas entendem realmente do que eu estou falando, e sinceramente esse é o tipo de texto que eu mais gosto de escrever... [risos]

O fato é que desde quando comecei a me entender como gente (o que sinceramente acredito que não faça muito tempo), aprendi a colocar o amor acima de tudo, sempre, ou melhor, quase sempre.
Logo, boa parte de tudo o que eu faço ou deixo de fazer é fruto de um sentimento mais puro e honesto, pouquíssimas vezes eu tentei achar outra motivação que não fosse o amor, até porque se não fosse assim eu me enganaria e enganaria muitas pessoas.
Só que querer fazer tudo com amor e dedicação de 100% muitas vezes acaba me prejudicando demais, pois como já afirmei, não gosto de enganar as pessoas e nem me enganar, desse modo, sempre que sinto que já não existe 100% de amor da minha parte ou se eu sinto que existe alguma dúvida, é porque é hora de abrir mão.
Não foram poucas as vezes em que fiz isso, há quem possa acreditar que isso é fraqueza, que seja então, mas eu pelo menos permaneço acreditando que não vou estragar tudo por não me entregar de corpo e alma.
Sou assim, prefiro sofrer de longe do que prejudicar com más ações.


"Se já é difícil compreender imagine então viver..."
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